Quarta-feira, Setembro 16

novos princípios!

Antes era do homem o compromisso de viver na Terra: escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho...
Acho que agora além disso, temos que abandonar as sacolas plásticas, não desperdiçar água,reduzir o consumo, reciclar... o que mais???

Segunda-feira, Agosto 24

Registro de RECriação

Lanço hoje depois de ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A VIDA e imbuído do desejo de melhorar os serviços profissionais da profissão o termo: PERSONAL ARCHITECT.

Assim como existe o profissional personal trainer, personal stylist, shopper e creio que em breve outros...

Posso desenvolver trabalhos ao lado do cliente, desenvolver as idéias conforme forem surgindo ao seu lado, ser consultado, desenhar, esboçar, explicar no que tange aos meus CONHECIMENTOS DE ARQUITETURA E URBANISMO.

E para isso será cobrado o que chamamos de HORA TÉCNICA.

Ou como fração de hora, assim aprendido nos estacionamentos privados dos shoppings. Até 10 min, é de graça!

Segunda-feira, Agosto 10

Sentido de segunda!

Como escrevi no blog do Rio, também estudo Brasília, sua arquitetura e urbanismo, fora também as outras coisas que gosto de ler e na busca pelo aperfeiçoamento, nos questinamentos sobre o que posso mudar e seguindo o pensamento de ontem e amanhã serem impossíveis de mudar, faço de hoje o presente mais divino!

E as palavras de Albert Einstein me fizeram muito sentido: “cem vezes por dia eu me lembro que minha vida interior e minha vida exterior dependem do trabalho que outros homens estão fazendo agora. Por causa disso, preciso me esforçar para retribuir pelo menos uma parte desta generosidade – e não posso deixar nenhum minuto vazio”.

Sexta-feira, Agosto 7

Reportagem Jornal da Globo - Alan Severiano São Paulo

06/08/09 - 23h59 - Atualizado em 07/08/09 - 01h22

Carro elétrico aponta para o futuro da indústria automobilística

O Brasil anda na frente quando se trata de produzir ônibus movido a hidrogênio, mas os carros elétricos, que já circulam nas ruas de vários países, vão continuar longe daqui, por culpa do preço.

Alan Severiano São Paulo


Assista o vídeo


De repente, no seu retrovisor, surge algo assim. Um carro bem menor do que a maioria, mas antenado com o futuro da indústria automobilística. Ele esnoba bombas de gasolina, se vangloria de emitir zero de poluentes e não tem nada a ver com bicombustível. É bivolt: 110 ou 220, totalmente movido a energia elétrica.

A energia é armazenada em um conjunto de baterias instalado embaixo dos bancos. Ela alimenta o motor elétrico, que fica no eixo das rodas traseiras. Com plena carga, o carro pode rodar 80 quilômetros a no máximo 80 por hora.

Pegamos carona na ponte Rio-Niterói. O espaço interno não é lá muito grande. Motorista e passageiro vão quase de ombros colados. Antes de sair de casa. "É basicamente um carro para pequenos transportes, trajetos", explica o Diretor da Importadora CAM, Eriberto Alveres.

O carro fabricado na Índia e que já é vendido em 15 países chegou ao Brasil há dois anos. Até agora só foram importadas dez unidades. É que o único carro 100% elétrico vendido no país custa caro: R$ 55 mil o modelo básico.

Entre as grandes montadores brasileiras, apenas uma desenvolve veículos elétricos. Em um carro conceito a carroceria é de uma fibra usada pelos índios. A espuma do banco, de óleo de soja reciclado.

Essa é uma experiência inédita: dirigir um carro elétrico. A principio parece tudo igual: chave, direção. Vamos ligar o carro. Talvez essa seja a maior diferença, pois não tem barulho nenhum. O motor é silenciosíssimo. Ao mesmo tempo é meio esquisito. Talvez os mais apaixonados sintam falta do ronco do motor.

Se o 'Buggy' ainda é um protótipo, outro modelo já é produzido em pequena escala. 21 veículos elétricos que, por enquanto, são usados por companhias de energia.

Como no carrinho indiano, as baterias levam oito horas para carregar, mas aqui a autonomia é maior: 100 quilômetros com velocidade máxima de 120 por hora. O problema é o tamanho das baterias que ocupam um bom espaço do porta-malas.

"Lá já sofreu uma redução de peso e de tamanho. A mesma capacidade energética de uma bateria dessa no passado você precisaria de mais ou menos uma tonelada de baterias de chumbo-acido. Essa tem 165kg", explica Leonardo Cavaliere, Supervisor de Inovação da Fiat.

O quilômetro rodado do carro elétrico sai por R$ 0,05 contra R$ 0,18 do carro a álcool e R$ 0,25 do modelo a gasolina. O calcanhar de Aquiles do modelo brasileiro é o preço: R$ 145 mil, três vezes o valor do mesmo carro a gasolina.

Pela lei o IPI, Imposto sobre Produto Industrializado, dos elétricos é de 35% enquanto nos carros a combustão a alíquota não passa de 25%. "O espírito do legislador nunca foi ser contra esse tipo de veículo, mas o efeito pratico está sendo esse", diz o Presidente do Conselho da Abve, Jaime Buarque de Holanda.

A carga tributária também pesa sobre duas rodas, mas a relação custo-benefício já é mais favorável para o consumidor. Algumas motonetas custam a partir de R$ 5 mil, 20% a mais que um modelo equivalente a gasolina.

"Esse tipo de veículo de duas rodas ele é o adequado para ser elétrico. Ele é o embrião da indústria toda de veículos", acredita o diretor executivo da Motor Z, Paulo Fernandez.

Em oito horas, a bateria está cheia e pronta para acionar o motor que fica na roda. A motoca chega a 50 km/h e guarda uma surpresa sob o banco, um disjuntor. "Em uma situação de pane ele vai desarmar evitando o choque elétrico", explica o engenheiro, Samir Nunes.

As motos têm autonomia de 40 quilômetros e a exemplo de outros veículos elétricos, usam uma tecnologia semelhante à da Fórmula 1: o 'Kers', Sistema de Reaproveitamento de Energia.

Quando o motorista aciona o freio, a energia que é acumulada pelo movimento, em vez de ser dissipada em forma de calor, é transformada em energia elétrica e vai para as baterias.

Na hora de carregar a bateria, além da tomada de casa, a opção é o eletroposto, o primeiro da América Latina, inaugurado em junho no Rio de Janeiro.
R$ 5 para moto e R$ 35 para carro. O combustível é o sol.

O transporte coletivo também não vai ficar fora dessa revolução. Cruzar a cidade em um ônibus movido a hidrogênio logo será possível. Ao contrário do que se poderia imaginar, a potência do ônibus a hidrogênio não fica aquém da do ônibus comum. Na hora de arrancar e ganhar velocidade, a tecnologia surpreendeu os próprios motoristas. "Pisou ele responde. Se eu pisar você se segura", conta um motorista.

Com o tanque cheio de hidrogênio, o ônibus pode rodar 300 quilômetros. A bateria garante outros 50. A célula é uma caixa com milhares de canais de um milímetro de espessura, divididos por uma membrana. De um lado do canal, é injetado ar, do outro, hidrogênio. Uma reação química produz eletricidade que é usada para movimentar o motor e água, que é descartada.

O ônibus brasileiro custa pouco mais de R$ 2 milhões. É o dobro de um movido a diesel, mas 40% mais barato do que os similares europeus. "A gente está mais ou menos ensinando eles fazerem um ônibus mais barato e em troca a gente está incorporando uma tecnologia", afirma o gerente de desenvolvimento da EMTU, Carlos Zündt.

No ano que vem, já serão quatro ônibus rodando em São Paulo. A estimativa é que em dez anos, ele deixe de ser um estranho na paisagem.

Quarta-feira, Julho 29

Flanelinha é legal???

Cá estava eu procurando vaga no Setor de Rádio e TV Sul para estacionar e ir ao trabalho, quando vejo uma, porém com um carro parado na perpendicular na frente. Desço do carro pra empurrar o carro, e lá vem o flanelinha:
- Dôtor, dôtor, vai demorar?
- Te interessa? - respondo
- É porque estou segurando a vaga pro patrão. - o flanelinha respondeu.
Ri por dentro, e acho que fiz a cara mais insuportável possível, tanto que ele se prontificou imediatamente de remover o carro que estava atravancando minha passagem.

Agora me pergunto e a você: Isso é legal? Isso é profissão? Será que ele já procurou um trabalho em obra pra se dedicar ou prefere ficar "tomando conta" de algo que é dever do estado em prover segurança pública, além do segundo seguro privado que eu e a maioria dos brasileiros pagam. Porque pagamos em dobro praticamente tudo aqui. Poderíamos optar pelo menos entre um e outro. Por exemplo, eu não pago imposto, mas pago por tudo, hospital, escola, transporte, cultura, estacionamento, etc. ou eu pago certinho meus impostos todos, posso estudar numa escola pública, ir ao hospital público, etc... Tá ok, sonhei um pouco, mas por que não?

Fora isso, outra opção que os núcleos urbanos mundiais tem tomado para afastar os carros do centro é cobrar para eles estarem lá, ou privatizar locais estacionamentos, aí sim "regularizando" esses flanelinhas... Nem vou lembrar do transporte público agora, amanhã eu falo...

Terça-feira, Junho 30

Selo Carbon Free

O Programa tem como objetivo contribuir para a melhoria da eficiência ambiental de processos e produtos implementando em suas ações e métodos de produção o princípio do 3R+C: Redução do consumo, Reutilização de materiais, Reciclagem de rejeitos e, por fim, Compensação das emissões de CO2e.

Selo Carbon Free

Como funciona:

A Iniciativa Verde produz um inventário de emissões de gases do efeito estufa (GEE) utilizando uma metodologia desenvolvida pelo WRI (World Resources Institute) a partir de dados como consumo de energia elétrica e de combustíveis no transporte levantados através de um levantamento prévio. Os cálculos utilizados são científicos e têm como base as pesquisas do Painel Intergovernamental de Mudança Climáticas (IPCC - órgão formado por cerca de 2.500 cientistas de mais de 130 países, que dá embasamento às decisões da ONU relativas à mudanças climáticas, como o Protocolo de Quioto). A partir dos resultados do inventário é mais fácil de identificar as maiores fontes de emissão de gases de efeito estufa e promover, através de melhores práticas, a redução, a reutilização e a reciclagem. As emissões que não puderem ser evitadas são compensadas. Com o resultado do inventário em mãos, quantifica-se o número de árvores necessário para compensar as emissões. As árvores são plantadas em Áreas de Preservação Permanente (APPs), mais especificamente em áreas de matas ciliares degradadas no estado de São Paulo, em uma parceria com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente.

Onde pode ser usado:

Na comunicação da empresa, produto ou serviço que tiver suas emissões de GEE compensadas. Também se recebe um certificado com a quantidade de árvores que foram plantadas e as coordenadas geográficas do local do plantio.

Quais são as vantagens:

A calculadora verde está disponível neste site para todos, assim como uma tabela com as principais espécies de arbóreas de Mata Atlântica e dicas para plantá-las. Ou seja: qualquer pessoa pode calcular sua emissão de gás carbônico e plantar, por conta própria, as árvores para compensa-la. Esta é uma atitude que a Iniciativa Verde incentiva. Mas, para aqueles que querem fazer a compensação por meio da Iniciativa Verde, quais são as vantagens? Veja a seguir:

-- Por serem plantadas em áreas de proteção ambiental que se encontram degradadas, mais do que fixar carbono e contribuir para desacelerar o aquecimento global, colabora-se com o restauro de matas ciliares, ou seja, vegetação no entorno de rios, o que oferece um pacote de serviços ambientais que incluem preservação dos recursos hídricos, do solo e da biodiversidade local e regional.

-- A Iniciativa Verde utiliza as espécies do ecossistema da região do plantio, pois estas terão muito mais oportunidade de adaptação ao ambiente, além de garantirem a conservação da diversidade regional. Também considera o número de árvores por hectare e a diversidade de espécies (são no mínimo 80), o que é fundamental para os bons resultados de um projeto de restauro florestal.

-- Após o plantio das mudas, uma manutenção intensiva é realizada pela Iniciativa Verde em conjunto com parceiros locais durante dois anos. Este cuidado garante que as mudas se desenvolverão formando uma nova floresta. Após os dois primeiros anos os restauros são monitorados através de imagens de satélite. Devido ao caráter legal das áreas reflorestadas (Áreas de Proteção Permanente - APPs), a responsabilidade pela manutenção é também da polícia florestal, com controle de órgãos como o IBAMA e o Departamento Estadual de Proteção dos Recursos Naturais (DEPRN), sendo o corte das árvores considerado crime inafiançável perante a legislação ambiental brasileira

-- A Iniciativa Verde também contribui para o estímulo da economia local ao utilizar mão-de-obra da região onde ocorrem os plantios.

texto retirado do site: A Iniciativa Verde


Quinta-feira, Junho 25

Eco arquitetura: Em Singapore foi incorporada a um aranha céu uma exploração agrícola vertical.


Viver e crescer onde se pode fazer sua própria horta orgÂnica. Melhor do que ver todos os dias as denúncias na televisão. A TR Hamzah & Yeang, empresa de arquitetura, elaborou um projeto de arranha-céus para Cingapura, copiando a torre de EDITT (projeto ecológico nos Trópicos). Um edifício de 26 pavimentos que será construído usando vários materiais reciclados abrigará tecnologias verdes extraordinárias incorporadas em um prédio.

855 metros quadrados da área desta torre serão cobertos com os painéis solares que gerarão bastante energia para cumprir aproximadamente 40% de suas demandas de energia. Os projetistas incluirão um sistema que converterá o esgoto em biogás. Outra característica incluída é a possibilidade de remover e adicionar paredes e assoalhos de acordo com a demanda. Aproximadamente, a metade da área de superfície da torre será coberta com a vegetação local orgânica. O edifício também coletará água da chuva que irá abastecer a vegetação.


Lá foram estão se desenvolvendo... com a quantidade de recursos que temos aqui e possibilidades, só falta a boa vontade política!