Este é um espaço para divulgar/debater trabalhos, conceitos e idéias arquitetônicas/urbanísticas com foco na reciclagem diária para um novo amanhã
quarta-feira, setembro 16
novos princípios!
Acho que agora além disso, temos que abandonar as sacolas plásticas, não desperdiçar água,reduzir o consumo, reciclar... o que mais???
segunda-feira, agosto 24
Registro de RECriação
Assim como existe o profissional personal trainer, personal stylist, shopper e creio que em breve outros...
Posso desenvolver trabalhos ao lado do cliente, desenvolver as idéias conforme forem surgindo ao seu lado, ser consultado, desenhar, esboçar, explicar no que tange aos meus CONHECIMENTOS DE ARQUITETURA E URBANISMO.
E para isso será cobrado o que chamamos de HORA TÉCNICA.
Ou como fração de hora, assim aprendido nos estacionamentos privados dos shoppings. Até 10 min, é de graça!
segunda-feira, agosto 10
Sentido de segunda!
E as palavras de Albert Einstein me fizeram muito sentido: “cem vezes por dia eu me lembro que minha vida interior e minha vida exterior dependem do trabalho que outros homens estão fazendo agora. Por causa disso, preciso me esforçar para retribuir pelo menos uma parte desta generosidade – e não posso deixar nenhum minuto vazio”.
sexta-feira, agosto 7
Reportagem Jornal da Globo - Alan Severiano São Paulo
06/08/09 - 23h59 - Atualizado em 07/08/09 - 01h22
Carro elétrico aponta para o futuro da indústria automobilística
O Brasil anda na frente quando se trata de produzir ônibus movido a hidrogênio, mas os carros elétricos, que já circulam nas ruas de vários países, vão continuar longe daqui, por culpa do preço.
A energia é armazenada em um conjunto de baterias instalado embaixo dos bancos. Ela alimenta o motor elétrico, que fica no eixo das rodas traseiras. Com plena carga, o carro pode rodar 80 quilômetros a no máximo 80 por hora.
Pegamos carona na ponte Rio-Niterói. O espaço interno não é lá muito grande. Motorista e passageiro vão quase de ombros colados. Antes de sair de casa. "É basicamente um carro para pequenos transportes, trajetos", explica o Diretor da Importadora CAM, Eriberto Alveres.
O carro fabricado na Índia e que já é vendido em 15 países chegou ao Brasil há dois anos. Até agora só foram importadas dez unidades. É que o único carro 100% elétrico vendido no país custa caro: R$ 55 mil o modelo básico.
Entre as grandes montadores brasileiras, apenas uma desenvolve veículos elétricos. Em um carro conceito a carroceria é de uma fibra usada pelos índios. A espuma do banco, de óleo de soja reciclado.
Essa é uma experiência inédita: dirigir um carro elétrico. A principio parece tudo igual: chave, direção. Vamos ligar o carro. Talvez essa seja a maior diferença, pois não tem barulho nenhum. O motor é silenciosíssimo. Ao mesmo tempo é meio esquisito. Talvez os mais apaixonados sintam falta do ronco do motor.
Se o 'Buggy' ainda é um protótipo, outro modelo já é produzido em pequena escala. 21 veículos elétricos que, por enquanto, são usados por companhias de energia.
Como no carrinho indiano, as baterias levam oito horas para carregar, mas aqui a autonomia é maior: 100 quilômetros com velocidade máxima de 120 por hora. O problema é o tamanho das baterias que ocupam um bom espaço do porta-malas.
"Lá já sofreu uma redução de peso e de tamanho. A mesma capacidade energética de uma bateria dessa no passado você precisaria de mais ou menos uma tonelada de baterias de chumbo-acido. Essa tem 165kg", explica Leonardo Cavaliere, Supervisor de Inovação da Fiat.
O quilômetro rodado do carro elétrico sai por R$ 0,05 contra R$ 0,18 do carro a álcool e R$ 0,25 do modelo a gasolina. O calcanhar de Aquiles do modelo brasileiro é o preço: R$ 145 mil, três vezes o valor do mesmo carro a gasolina.
Pela lei o IPI, Imposto sobre Produto Industrializado, dos elétricos é de 35% enquanto nos carros a combustão a alíquota não passa de 25%. "O espírito do legislador nunca foi ser contra esse tipo de veículo, mas o efeito pratico está sendo esse", diz o Presidente do Conselho da Abve, Jaime Buarque de Holanda.
A carga tributária também pesa sobre duas rodas, mas a relação custo-benefício já é mais favorável para o consumidor. Algumas motonetas custam a partir de R$ 5 mil, 20% a mais que um modelo equivalente a gasolina.
"Esse tipo de veículo de duas rodas ele é o adequado para ser elétrico. Ele é o embrião da indústria toda de veículos", acredita o diretor executivo da Motor Z, Paulo Fernandez.
Em oito horas, a bateria está cheia e pronta para acionar o motor que fica na roda. A motoca chega a 50 km/h e guarda uma surpresa sob o banco, um disjuntor. "Em uma situação de pane ele vai desarmar evitando o choque elétrico", explica o engenheiro, Samir Nunes.
As motos têm autonomia de 40 quilômetros e a exemplo de outros veículos elétricos, usam uma tecnologia semelhante à da Fórmula 1: o 'Kers', Sistema de Reaproveitamento de Energia.
Quando o motorista aciona o freio, a energia que é acumulada pelo movimento, em vez de ser dissipada em forma de calor, é transformada em energia elétrica e vai para as baterias.
Na hora de carregar a bateria, além da tomada de casa, a opção é o eletroposto, o primeiro da América Latina, inaugurado em junho no Rio de Janeiro.
R$ 5 para moto e R$ 35 para carro. O combustível é o sol.
O transporte coletivo também não vai ficar fora dessa revolução. Cruzar a cidade em um ônibus movido a hidrogênio logo será possível. Ao contrário do que se poderia imaginar, a potência do ônibus a hidrogênio não fica aquém da do ônibus comum. Na hora de arrancar e ganhar velocidade, a tecnologia surpreendeu os próprios motoristas. "Pisou ele responde. Se eu pisar você se segura", conta um motorista.
Com o tanque cheio de hidrogênio, o ônibus pode rodar 300 quilômetros. A bateria garante outros 50. A célula é uma caixa com milhares de canais de um milímetro de espessura, divididos por uma membrana. De um lado do canal, é injetado ar, do outro, hidrogênio. Uma reação química produz eletricidade que é usada para movimentar o motor e água, que é descartada.
O ônibus brasileiro custa pouco mais de R$ 2 milhões. É o dobro de um movido a diesel, mas 40% mais barato do que os similares europeus. "A gente está mais ou menos ensinando eles fazerem um ônibus mais barato e em troca a gente está incorporando uma tecnologia", afirma o gerente de desenvolvimento da EMTU, Carlos Zündt.
No ano que vem, já serão quatro ônibus rodando em São Paulo. A estimativa é que em dez anos, ele deixe de ser um estranho na paisagem.
quarta-feira, julho 29
Flanelinha é legal???
- Dôtor, dôtor, vai demorar?
- Te interessa? - respondo
- É porque estou segurando a vaga pro patrão. - o flanelinha respondeu.
Ri por dentro, e acho que fiz a cara mais insuportável possível, tanto que ele se prontificou imediatamente de remover o carro que estava atravancando minha passagem.
Agora me pergunto e a você: Isso é legal? Isso é profissão? Será que ele já procurou um trabalho em obra pra se dedicar ou prefere ficar "tomando conta" de algo que é dever do estado em prover segurança pública, além do segundo seguro privado que eu e a maioria dos brasileiros pagam. Porque pagamos em dobro praticamente tudo aqui. Poderíamos optar pelo menos entre um e outro. Por exemplo, eu não pago imposto, mas pago por tudo, hospital, escola, transporte, cultura, estacionamento, etc. ou eu pago certinho meus impostos todos, posso estudar numa escola pública, ir ao hospital público, etc... Tá ok, sonhei um pouco, mas por que não?
Fora isso, outra opção que os núcleos urbanos mundiais tem tomado para afastar os carros do centro é cobrar para eles estarem lá, ou privatizar locais estacionamentos, aí sim "regularizando" esses flanelinhas... Nem vou lembrar do transporte público agora, amanhã eu falo...
terça-feira, junho 30
Selo Carbon Free



Como funciona:
A Iniciativa Verde produz um inventário de emissões de gases do efeito estufa (GEE) utilizando uma metodologia desenvolvida pelo WRI (World Resources Institute) a partir de dados como consumo de energia elétrica e de combustíveis no transporte levantados através de um levantamento prévio. Os cálculos utilizados são científicos e têm como base as pesquisas do Painel Intergovernamental de Mudança Climáticas (IPCC - órgão formado por cerca de 2.500 cientistas de mais de 130 países, que dá embasamento às decisões da ONU relativas à mudanças climáticas, como o Protocolo de Quioto). A partir dos resultados do inventário é mais fácil de identificar as maiores fontes de emissão de gases de efeito estufa e promover, através de melhores práticas, a redução, a reutilização e a reciclagem. As emissões que não puderem ser evitadas são compensadas. Com o resultado do inventário em mãos, quantifica-se o número de árvores necessário para compensar as emissões. As árvores são plantadas em Áreas de Preservação Permanente (APPs), mais especificamente em áreas de matas ciliares degradadas no estado de São Paulo, em uma parceria com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente.
Onde pode ser usado:
Na comunicação da empresa, produto ou serviço que tiver suas emissões de GEE compensadas. Também se recebe um certificado com a quantidade de árvores que foram plantadas e as coordenadas geográficas do local do plantio.
Quais são as vantagens:
A calculadora verde está disponível neste site para todos, assim como uma tabela com as principais espécies de arbóreas de Mata Atlântica e dicas para plantá-las. Ou seja: qualquer pessoa pode calcular sua emissão de gás carbônico e plantar, por conta própria, as árvores para compensa-la. Esta é uma atitude que a Iniciativa Verde incentiva. Mas, para aqueles que querem fazer a compensação por meio da Iniciativa Verde, quais são as vantagens? Veja a seguir:
-- Por serem plantadas em áreas de proteção ambiental que se encontram degradadas, mais do que fixar carbono e contribuir para desacelerar o aquecimento global, colabora-se com o restauro de matas ciliares, ou seja, vegetação no entorno de rios, o que oferece um pacote de serviços ambientais que incluem preservação dos recursos hídricos, do solo e da biodiversidade local e regional.
-- A Iniciativa Verde utiliza as espécies do ecossistema da região do plantio, pois estas terão muito mais oportunidade de adaptação ao ambiente, além de garantirem a conservação da diversidade regional. Também considera o número de árvores por hectare e a diversidade de espécies (são no mínimo 80), o que é fundamental para os bons resultados de um projeto de restauro florestal.
-- Após o plantio das mudas, uma manutenção intensiva é realizada pela Iniciativa Verde em conjunto com parceiros locais durante dois anos. Este cuidado garante que as mudas se desenvolverão formando uma nova floresta. Após os dois primeiros anos os restauros são monitorados através de imagens de satélite. Devido ao caráter legal das áreas reflorestadas (Áreas de Proteção Permanente - APPs), a responsabilidade pela manutenção é também da polícia florestal, com controle de órgãos como o IBAMA e o Departamento Estadual de Proteção dos Recursos Naturais (DEPRN), sendo o corte das árvores considerado crime inafiançável perante a legislação ambiental brasileira
-- A Iniciativa Verde também contribui para o estímulo da economia local ao utilizar mão-de-obra da região onde ocorrem os plantios.
texto retirado do site: A Iniciativa Verde


quinta-feira, junho 25
Eco arquitetura: Em Singapore foi incorporada a um aranha céu uma exploração agrícola vertical.
Viver e crescer onde se pode fazer sua própria horta orgÂnica. Melhor do que ver todos os dias as denúncias na televisão. A TR Hamzah & Yeang, empresa de arquitetura, elaborou um projeto de arranha-céus para Cingapura, copiando a torre de EDITT (projeto ecológico nos Trópicos). Um edifício de 26 pavimentos que será construído usando vários materiais reciclados abrigará tecnologias verdes extraordinárias incorporadas em um prédio.
855 metros quadrados da área desta torre serão cobertos com os painéis solares que gerarão bastante energia para cumprir aproximadamente 40% de suas demandas de energia. Os projetistas incluirão um sistema que converterá o esgoto em biogás. Outra característica incluída é a possibilidade de remover e adicionar paredes e assoalhos de acordo com a demanda. Aproximadamente, a metade da área de superfície da torre será coberta com a vegetação local orgânica. O edifício também coletará água da chuva que irá abastecer a vegetação.
Lá foram estão se desenvolvendo... com a quantidade de recursos que temos aqui e possibilidades, só falta a boa vontade política!
quarta-feira, junho 17
VERGONHA
Praticamente todo santo dia é uma notícia atrás da outra de atos secretos descobertos que ferem a inteligência do eleitor, além de atos, esquemas, conchavos, daí a Polícia Federal desarticula, prende, faz, acontece, aparece na tv e tudo... Sinto-me até com esperança, aí vem a Justiça, ZZZZZZZZZZZZZZZZ... e mais um pouquinho, ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ...
Enquanto isso o "RICÃO" que se locupletou com as "artimanhas" do dinheiro público, aquele dinheirinho que foi suado pelos cidadãos de bem durante os meses do ano pra pagar os altos e diversos impostos, esse RICÃO, por exemplo, está se articulando com os mais bem pagos ADVOGADOS DO DIABO para acharem as famosas e famigeradas "brechas" na lei para continuarem impunes e todos os que contribuiram para isso também sairem sorrindo e pensando: estamos livres e qual será a próxima?
Admiro que, imagino eu, nunca vir um pensamento altruísta consciente de realmente querer ajudar o povo a se desenvolver na máxima da bandeira de ordem e progresso.
Mas comecei a escrever esse texto nem foi pra falar desse tipo de vergonha, que é uma grande vergonha alheia, mas foi mesmo pra falar da vergonha que senti hoje ao pegar um ônibus em Brasília.
Sinceramente, paguei 3 reais num ônibus que deve rodar nessa cidade desde meu início de adolescente no século passado aos 12 anos, na época ainda cruzeiro real. VERGONHOSO devia ser o nome da Empresa, de repente era FALTA DE VERGONHA NA CARA. Pior era VIPLAN, mas não é essa apenas que é ruim, as outras também, das outras vezes que estive aqui também andei, gosto de andar de transporte público porque se vive mais a cidade, dá tempo de ler um livro, conversar com as pessoas, falar ao celular sem se preocupar com o trânsito, apesar de muitas das vezes, na maioria delas, o motorista de ônibus não é preparado a pensar no quanto de vidas está carregando, desconta nos passageiros a raiva ou angústia ou frustração ou a mistura delas por conta de sua vida pessoal e profissional como baixa remuneração, moradia não das melhores, falta de incentivo, qualificação profissional etc e inúmeros outros...
Mas é feio, ver que depois de 16 anos, o ônibus é o mesmo, dá uma agonia, porque existe tanta coisa boa para se fazer, até estimula quem anda de carro a pegar um ônibus com qualidade, design bom, confortável, com acessibilidade universal e isso serve para todos, cadeirantes, cegos, idosos, pessoas com dificuldade de locomoção.
Dá dó de ver os velhinhos entrando nos ônibus, aqueles degraus ainda são os mesmos... o chassi não se renovou, a carcaça também não... e pra encherem a boca pra falar que colocaram nova frota de ônibus mais não sei quantos...
Oh! E daí? Grandes merdas, um ou outro que faz uma pequena diferença com um maquinário de acessibilidade, o resto só foi maquiagem pra ludibriar inocentes... Quanto atraso...
E imagino que tem verba... Pública e Privada para melhorar as condições de vida da população que trabalha de sol a sol.
Mas tento também compreender o lado do empresário, quanta dificuldade pra montar empresa no Brasil, quanta burocracia... Quero ver os governantes andarem de ônibus todo dia, seus filhos frequentarem hospitais públicos.
Deviam fazer uma lei específica pra eles. Deputados, senadores, governadores, prefeitos e presidente são obrigados a matricularem seus filhos nas escolas públicas, seus filhos terão que andar de transporte público e frequentar em casos de enfermidades, hospitais públicos. Quem sabem não levam um SUSto com isso?
Será que iriam ouvir muita reclamação na mesa do jantar? Ou a maioria não teria nem conhecimento do que o filho anda fazendo como o Excelentíssimo Sarney?
Tem que rir pra não chorar, fazer piada pra passar o tempo e não lembrar do sofrimento alheio dos que ralam de sol a sol pra conseguir sobreviver e manter certos statos quo de ínfima camada da pseudo-nata.
Fico pensando em porquê não seguir os modelos bons de transportes dos outros países, aqueles que dão e deram certo, incentivar e estimular o que já foi feito e mandar brasa, fazer acontecer.
Quando vejo o plano de Brasília acho tão fácil ligar um ponto ao outro, trabalhar uma intermodalidade e multimodalidade de transportes que não acredito que ainda estamos atravancados no passado tão fortemente.
Quero ver quando os "gringos" chegarem aqui. Se nada disso mudar, será uma copa fraca em relação a várias dimensões que toma uma cidade.
Espero que revejam e renovem seus conceitos, ética e moral.
O que fazer de melhor sempre para afinar a cidade trazendo desenvolvimento social, econômico, cultural e com qualidade expressa no bom desenho urbano pensando em todos que vivem.
Minha vergonha passou na medida que consigo visualizar cada ponto e o todo de uma maneira diferente e melhor para todos. Continuo sonhando por uma Brasília e um Brasil melhor. Cidadão com consciência local e global, pensando na natureza, no meio ambiente natural e urbano, ação e reação de um povo que não merece sofrer, apesar de tanta falta... mas justificada e causada por mal intencionados. Cuidar da Terra é se cuidar.
Faço do verso do poeta Mario Quintana meu desfecho: "Eu passarinho."
quinta-feira, março 19
Solução inicial para o trânsito!
Para desafogar o trânsito, claro, que iríamos ter o MELHOR TRANSPORTE PÚBLICO QUE É FÁCIL DE SE FAZER EM BRASÍLIA, AINDA MAIS COM O TAMANHO DAS VIAS E A POSSIBILIDADE DE MELHORAR O LAYOUT DO ÔNIBUS E SEUS ASSENTOS PARA UMA MELHOR ERGONOMIA E CONFORTO E ACESSIBILIDADE UNIVERSAL. Mas acredito que estamos no caminho. De pouco em pouco humanizaremos mais os espaços e até a EDUCAÇÃO dos motoristas!
Porém a IDÉIA é que essas famílias que tem carro um pra cada ser presente em casa, reveja o modo de vida social-cultural-financeiro melhor. Aqui deixo algumas perguntas para reflexão:
Ao invés de ter 3, 4, 5 carros na garagem ou estacionamentos públicos, por que não vender um dois, comprar um carro melhor, mais confortável e contratar um motorista?
Está cansado do trabalho e ainda tem que dirigir até em casa, longa jornada, não vai de ônibus porque acha péssimo ter que andar até o ponto e não gosta de tanta gente desconhecida, daí no caminho de casa um longo engarrafamento porque esse engarrafamento é feito de pessoas que pensam como você?
Que stress, ainda chega em casa mais cansado por causa do congestionamento e a perda de tempo que isso proporciona... triste falta de qualidade de vida... logo Brasília, que foi criada pra ter demais!
Já pensou na economia de IPVA, de combustível, na economia de tempo de deslocamento, de trânsito???
E o prazer e satisfação de ter um motorista "faz-tudo" a sua disposição e ao da sua família, no horário que precisar, ao seu sinal e ordem ao telefone, email ou rádio???
E enquanto ele dirige, que é profissão, o que você pode fazer??? dormir, descansar, ouvir uma boa música, acessar a internet, continuar a mandar seus emails, checar notícias, falar despreocupado ao telefone, beber até cair, fora o que você quiser e o tamanho do seu carro e sua imaginação permitirem!!!
Bom demais né???
Pense nisso, organize-se, coloque no papel, reuna-se com sua família e verás que é simples, todos vão aplaudir e ver que é fácil organizar os horários.
Você estará não só se unindo mais a família, como também estará contirbuindo para a cidade e o meio ambiente!
Tenha um bom dia!
quarta-feira, março 4
One Degree Less - Correções
Depende de nós! Sempre!
Pare e pense! Cada um fazer a sua parte, usar menos o carro, exigir do estado transporte público decente, usar bicicleta, não jogar lixo na rua, evitar de imprimir papel, ser rigoroso no uso da água, reusar a água, investir 15% a mais numa construção de uma casa, mas poupar energia e dindin na conta de luz e água no resto da sua vida!
São coisas que dão trabalho, mas que é para um bem maior, conservar o planeta é conservar a humanidade, pense nisso!
Axé pra quem leu lutar pela vida, até a próxima!
segunda-feira, fevereiro 9
Paredes Pinturas Parte1
Simplesmente o que precisamos fazer muito em nossa áreas carentes! Sim, carentes! E de muitas coisas...
domingo, dezembro 28
Céu de Brasília
Linhameyer H.Stern - Uma homenagem a Oscar Niemeyer
101 anos! Manter a mente ativa e ainda trabalhando! Acho que o segredo é esse: amar a vida e o que se faz!
Parabéns Oscar e H.Stern por mais essas obras de arte!
quinta-feira, dezembro 11
Dia do Arquiteto
Por que contratar?
Esta carta do Arquiteto João Batista Vilanova Artigas ilustra de maneira clara a importância da contratação de um arquiteto.
Carta ao cliente
Confesso que não me assustei muito ao ler sua carta contando o resultado da conferência para autorização de um projeto para o São Lucas. Estas coisas acontecem sempre porque, por falta de costume, quem constrói, nem sempre avalia o plano de como deveria fazê-lo. Se eu insisto em aconselhá-lo mais uma vez para que consiga um arquiteto para dirigir os trabalhos de seu hospital, não é somente porque desejo muito trabalhar para um hospital modelo, mas porque, e principalmente porque, não posso crer que uma obra, da importância da sua, possa nascer sem estudo prévio. É vezo brasileiro fazer as coisas sem plano inicial perfeitamente elaborado; quando se pergunta sobre como ficarão estes e aqueles pormenores, a resposta é sempre a mesma: Ah! Isso depois, na hora, veremos.
Assim fazem-se as casas, os prédios, as cidades; nesse empirismo vive a lavoura, a indústria e o próprio governo. O planejamento, mercadoria altamente valorizada em todo mundo para qualquer realização, não encontrará entre nós o ambiente propício enquanto nós moços não nos capacitarmos da sua necessidade imprescindível. Poderia continuar conversando com você sobre a grande vantagem de planejar com antecedência, até amanhã, sem esgotar todos os argumentos e provavelmente terminaria por dizer que é até demonstração de patriotismo e inteligência. Mas com isso não convenceríamos ninguém; talvez muito mais vantajoso seria confinar a discussão entre os limites das vantagens particulares, individuais de aplicar o método. Então vejamos. A pergunta é sempre a mesma; -"que vantagem poderíamos ter em gastar CR$ 65.000,00 em um projeto somente? O projeto não é o prédio; muito pelo contrário, somente uma despesa a mais! Contratando a construção o projeto viria de graça, feito pelo próprio construtor e nós economizaríamos 5% sobre o valor do prédio. Com esses 5%, no caso de querermos gastá-lo, até poderíamos melhorar algumas condições do edifício; enriquecer alguns materiais etc..."
Garanto que os argumentos acima lhe foram expostos mais de uma vez. São os que sempre vejo empregados em ocasiões dessas e nunca mudam. São também os mais fáceis de rebater e os menos inteligentes.
Senão vejamos: "...O projeto sempre custa alguma coisa. O construtor que o fizer terá, sem dúvida que empregar engenheiros e desenhistas para isso. Terá de empregar gente para calcular concreto, para calcular aquecimento, eletricidade, etc... O construtor cobrará essa despesa do proprietário através da comissão para a construção. Tanto isso é verdade que, se você apresentar aos construtores um projeto completamente pronto, ele cobrará percentagem menor para a construção porque dirá, "não terei despesas no escritório". Suponhamos que a taxa de honorários para a construção seja de 10 a 12%, inclusive o projeto. Se você der o projeto, encontrará quem lhe faça por 6 ou 8%. Daí você conclui que o projeto que você pagou ao arquiteto 5%, já representa nessa ocasião somente 1% ou 2% a mais do que o preço geralmente previsto.
Mas eu desejo provar que o plano geral, feito com antecedência, é economia e não despesa. Então vamos continuar. Ninguém pode negar, nenhum construtor, nenhum cliente, que o projeto feito pelo técnico, contém em si uma previsão maior dos diversos detalhes do que o projeto rabiscado pelo construtor e verificado pelo proprietário. Faça uma experiência. Tome um plano que esteja em início de construção e pergunte a quem o dirige: por onde passam os canos de aquecimento? Por onde passam os canos de esgoto? O senhor vai fazer antes isso ou aquilo? Garanto que não sabem.
Responderão: "provavelmente passarão por aqui ou ali, farei isto ou aquilo antes. Se na ocasião de executar um serviço, verificar-se um contratempo qualquer, um cano que não pode passar porque tem uma porta, um esgoto vai ficar aparecendo no andar de baixo; o construtor resolve em função do problema, no momento. Ele dá voltas com o cano ou faz um forro falso para esconder o esgoto que iria aparecer em baixo. Entretanto se isso tivesse sido previsto, não precisaria de forro falso ou qualquer outra coisa. No papel, teria sido procurada e encontrada a solução mais econômica, para o caso, a mais bonita.
Consulte um construtor experimentado ou alguém que já tenha construído e todos serão unânimes em contar-lhe pequenas calamidades que apareceram. Eu já ouvi diversas vezes, por exemplo: "Quando colocamos as fundações no terreno nós vimos que o quarto ficaria enterrado. Então levantamos as fundações mais cinqüenta centímetros para dar certo. Por isso deu uma escada na entrada e ficou com um porão, etc... Se você calcular quanto mais caro ficou a imprevisão, você verá a vantagem de ter um projeto estudado. O arquiteto teria dado uma disposição diferente nos cômodos de maneira que o tal quarto não ficasse enterrado, sem ter que aumentar as fundações e assim economizaria o dinheiro com o qual se faria pagar.
Se o proprietário não ganhasse nada, ainda teria para si uma solução melhor e um motivo para valorizar seu imóvel. O construtor por exemplo não projetaria as instalações elétricas. Ele chamaria um instalador "prático" e o homem disporia a coisa à sua vontade. Usaria os canos que ele quisesse e os fios que achasse melhores. Bem curioso, não é ? Poucos entendem disso e ninguém iria fiscalizar o homem. Acontece, porém que os fios, quando são fios demais em relação à corrente que transportam, dão muitas perdas, e essas se traduzem em despesa mensal maior de energia para você durante os 50 ou 100 anos de funcionamento do hospital; assim você pagaria 100 vezes um bom projeto de distribuição de eletricidade. Estou apenas repetindo casos cotidianos.
Do funcionamento do hospital ainda mais, o construtor provavelmente não entende e nem terá tempo suficiente para estudar. Ele não é especializado em hospitais porque isto é Brasil e depois não estudam porque não é o seu métier. Ora, assim sendo, ele vai confiar em você. Você conhece hospitais já feitos e em funcionamento, como hospitais, não como construções. Os seus preconceitos, a respeito, o construtor repetirá com o dinheiro de seu bolso. As soluções que, para alguns casos que você viu, são soluções econômicas poderão constituir soluções caríssimas, no seu caso. Rematando, sua casa de saúde não teria o melhor aspecto porque faltou um artista.
Arquitetura, é construção e arte. Arte. Arte não tem livro de regulamento que ensine. Nasce dentro de cada um e desenvolve-se como conjunto de experiências. Procure um homem que possa das à sua casa de saúde, além das características de um hospital eficiente pelo perfeito planejamento das diversas sessões, um valor artístico indiscutível.
O valor artístico é um valor perene, enorme, inestimável. É um valor sem preço e sem desgaste. Pelo contrário, aumenta com os anos à proporção que os homens se educam para reconhecê-lo. O valor artístico subsiste até nas ruínas. Os anos correm e desgastam o material, enquanto valorizam o espiritual.
Com a consciência limpa termino minha proposta. Está em suas mãos a responsabilidade de decidir entre os caminhos. De um lado eu me coloco, não só, mas como representante dos arquitetos brasileiros, defendendo a economia, a ordem e acima de tudo, o futuro. De outro lado, o empirismo, a reação, a imprevisão.
Qualquer solução que você venha a dar não mudará as relações entre nós, nem sua opinião futura sobre o que acabo de escrever. Se o prédio for bom, bem projetado, bem planejado, por um bom arquiteto, você gostará, todos gostarão; se ele não prestar, se custar muito, se não funcionar, ser for feio ou sem personalidade, sem valor artístico, sem plano nenhum, o resultado será o mesmo. Em todos os dois casos você adquirirá experiência e acabará por trabalhar sempre do meu lado e com os meus argumentos. Nós venceremos sempre como eu queria demonstrar.
Pague pois o que eu pedi. É pouco em relação às vantagens futuras. Ou não pague, e as vantagens serão as mesmas, para a sociedade evidentemente, não para você.
Com um abraço afetuoso do amigo certo,
Vilanova Artigas
São Paulo, julho de 1945
(retirado do site do iabsp)
domingo, setembro 28
Soluções para o trânsito!
pra não lerem muito e verem!
http://www.discoverybrasil.com/experiencia/contenidos/transito/
entre nesse link! vale a pena e é rápido, além de aprendermos um pouco sobre o que já acontece em algumas partes do mundo!
salve a todos!
quinta-feira, setembro 18
Bicicletas em Brasília e no Mundo!
Melhor do que isso, podemos fazer melhor: gastar aquele tecido adiposo que se mantém firme em persistir em não nos abandonar (aquele pneuzinho, aquele culote), pedalar, sentir o ar entrar pelos pulmões, respirar, caminhar pra pegar aquele ônibus, parar e pensar e sentir que está vivo, refletir, ser cortês e desejar bom dia ao motorista, ao cobrador, trocar olhares com as pessoas... sentir que há outras pessoas no mundo, seres humanos... não máquinas movidas á óleo e água e componetes eletrônicos em toneladas para transportar kilos... e sim toneladas, transportando muitos kilos... kilos que pensam, que sonham, que não perdem a esperança... mesmo nos maltrapilhos enlatados ônibus do Brasil, seguem em frente... muitas das vezes, percebo nos olhares a vontade de se ter aquela máquina que passa ao lado... aquele possante... luxuoso, corrompível... mas que entope as artérias da cidade... ouro de tolo, congestiona, estressa porque não anda... gasta-se com ar condicionado... esquenta pra quem tá do lado de fora... se o sol racha... desabotoa camisa... sobe a manga... trabalhador fiel...
E de repente, passa aquele na bicicleta... rasgando o trânsito... entre automóveis... tranquilo... sem muito esforço... haja marcha pra facilitar... sobe calçada, desce, passa pela grama... facilmente se entende... primeira educação do trânsito teria que ser essa: saber andar de bicicleta, depois evolui, vai pra moto, depois vai pro carro... pra sentir o valor da vida humana...
o medo de morrer logo de frente já traria consciência cidadã do poder que um automóvel desgovernado causa tamanha tristeza na vida tirada de uma família qualquer... em qualquer escala... daí sim... evolução, educação e prudência... tudo feito no seu momento...
Mas escrevo, e escrevo, até me torno prolíxico nessa vã filosofia de tanta saudade que não escrevia aqui...
Foi uma série de fatores: o amor pela bicicleta, as várias matérias que encontrei hoje em sites diversos, a visita repentina a Bsb...
Pois indico certos links para leitura e esclarecimento sobre bike e bsb!
exposição de Bicicletas e cidades no mundo na galeria do metrô:
http://www.cidades.gov.br/noticias/comeca-quinta-18-exposicao-fotografica-201cbicicletas-pelo-mundo201d-no-metro-df
DIA MUNDIAL SEM CARRO
http://www.cidadelivremtb.com.br/2007/09/dia-mundial-sem-carro-2007.html
LEI PARA TRANSPORTAR BIKE NO METRO!
http://www.cidadelivremtb.com.br/2008/05/metr-ter-que-transportar-bicicletas-no.html
FOTOS DA EXPOSIÇÃO QUE JÁ FALEI... NEM PRECISA IR... OU MELHOR, VÁ, MAS DE BIKE!
http://picasaweb.google.com.br/fbl.Lucas/ExposiOBicicletasPeloMundo#
SALVE SALVE A TODOS!
sexta-feira, agosto 29
terça-feira, junho 24
50 anos de Igrejinha

50 anos de Igrejinha! Outra bela obra de Oscar para a gente admirar na cidade.
"A Igrejinha da 307/308 Sul completou, no último dia 13 de maio, 50 anos desde que foi fundada e rezada a primeira missa.
A Igrejinha foi o primeiro templo de alvenaria construído em Brasília e a primeira igreja do setor residencial. Sua construção durou cem dias e a pedra fundamental do templo foi lançada em 26/10/57 por dona Sarah Kubitschek, sendo inaugurada em 28/6/58. O primeiro vigário foi o capuchinho Frei Demétrio." (retirado do site da CLDF)
Eu já fui em missa nela! Recomendo.